Aconteceu neste domingo, 29, a primeira fase do processo que deve selecionar os melhores candidatos a ocuparem cargos comissionados de assessoria jurídica da Defensoria Pública do Amapá (DPE-AP). O Banco de Talentos reuniu 267 bacharéis em Direito na faculdade Estácio Seama, em Macapá
Como forma de nivelar as capacidades profissionais dos seus assessores, o Banco de Talentos da DPE-AP tem se consolidado como uma das oportunidades mais buscadas pelos profissionais recém formados que desejam entrar no Sistema de Justiça. Este é o caso de Jane Soeiro, que chegou cedo para a aplicação da prova.

“Tenho estudado muito para o exame da Ordem, e conciliei essa rotina com os estudos para a prova da Defensoria. Estou muito determinada a ter êxito nos dois”, declarou Jane.
Muitos profissionais experientes também buscam uma chance de somar esforços com a Defensoria Pública do Amapá na defesa dos que mais precisam de acesso à Justiça.
“As minhas expectativas são as melhores possíveis. Sou diretor Legislativo na Câmara de Vereadores de Vitória do Jari, onde atuo diretamente com o setor jurídico, e tenho construído uma carreira vitoriosa. Me preparei bastante para o Banco de Talentos da Defensoria e estou confiante de que esse será mais um êxito na minha trajetória”, afirmou o bacharel em Direito Edenilson Pires.

Segundo o presidente da Comissão Organizadora do Banco de Talentos, Jefferson Teodósio, a oportunidade é, além de uma forma de selecionar candidatos, uma validação para esses profissionais diante do mercado de trabalho.
“As expectativas são excelentes para todos aqueles que forem aprovados. No último Banco de Talentos, todos os candidatos que passaram na prova foram contratados, e, ao longo dos anos, muitos conquistaram várias outras oportunidades, como cargos de liderança dentro da Defensoria e aprovação em concursos públicos, dada a seriedade do processo seletivo e o conhecimento adquirido na atuação diária na instituição”, explicou Teodósio.

O diretor da Escola Superior da DPE-AP, Eduardo dos Anjos, explicou que a prova é elaborada de forma meticulosa para avaliar as capacidades reais e práticas necessárias ao futuro assessor, e que este é um padrão tradicional da instituição, marca do Banco de Talentos.
“Selecionar os melhores candidatos é uma forma de garantir que a Defensoria preste sempre o melhor atendimento, e quem ganha com isso é a população do Amapá, em especial os nossos assistidos”, finalizou Eduardo.
