A fase discursiva do Banco de Talentos da Defensoria Pública do Amapá (DPE-AP) chegou ao fim no domingo, 26. Com 63 candidatos presentes, a segunda e última prova abordou Direito Penal e disciplinas correlatas, encerrando um ciclo avaliativo que testou o conhecimento técnico dos participantes em diferentes ramos do ordenamento jurídico.
A etapa discursiva foi dividida em duas provas. Na primeira, realizada no dia 19, os candidatos responderam a uma peça técnica e duas questões com foco em Direito Civil e matérias correlatas. Nesta, foi exigido domínio técnico e capacidade de argumentação jurídica em uma das áreas mais sensíveis da atuação.
Arnon Farias, bacharel em Direito, participou do certame e falou sobre suas expectativas.
“Eu gostei muito da prova, a área Penal e Criminal é uma área muito desafiadora. A prova estava bem elaborada, bem escrita. As expectativas são altas, espero conseguir a aprovação integral e poder ajudar a população do nosso estado”, disse o participante.
Para Eduardo dos Anjos, diretor da Escola Superior da Defensoria Pública do Amapá (ESUDPE), responsável pela condução do processo seletivo, a realização da etapa reforça o compromisso institucional com uma seleção rigorosa e transparente.
“Esperamos que o processo possibilite a seleção de profissionais altamente qualificados, contribuindo para o fortalecimento institucional. Nosso objetivo é avançar na oferta de um serviço público jurídico cada vez mais eficiente e de qualidade à população do Estado do Amapá, em consonância com os valores da Defensoria Pública”, ressaltou Eduardo.
O Banco de Talentos é uma das principais iniciativas da DPE-AP voltadas à identificação e seleção de profissionais com perfil técnico alinhado à missão institucional. A iniciativa visa qualificar o atendimento prestado à população amapaense, ampliando a capacidade da Defensoria de oferecer assistência jurídica integral a quem mais precisa.