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Carreta da Defensoria Pública leva atendimento jurídico gratuito ao Residencial Mestre Oscar Santos

O mutirão aconteceu no sábado, 26 e realizou 70 atendimentos.

Por Ingra Tadaiesky
Data do Registro: 28/09/2026, às 13:13:52


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A Defensoria Pública do Amapá (DPE-AP) realizou no sábado, 26, mais uma edição do seu famoso mutirão de atendimento jurídico gratuito, desta vez no Residencial Mestre Oscar Santos. Através da Carreta da instituição, moradores da comunidade puderam acessar orientação jurídica e serviços como emissão de documentos, sem sair do bairro. Ao todo, 70 atendimentos foram realizados na unidade móvel.

Entre os atendimentos realizados, moradores buscaram a regularização da Certidão de Nascimento, um dos entraves mais comuns enfrentados por quem precisa atualizar a Carteira de Identidade, mas esbarra na falta da documentação básica.

Foi o caso da dona de casa Maria Helena Palheta, de 64 anos, que conseguiu no mutirão a emissão da segunda via da certidão de nascimento. O documento antigo, que estava rasgado e desgastado pelo tempo, vinha sendo recusado sempre que ela tentava atualizar a Carteira de Identidade, um impasse que se arrastava e impedia o avanço de outras providências.

Aliviada por finalmente resolver a situação, a assistida contou como foi a experiência de ser atendida pela equipe da Defensoria.

"Já tinha tempo que eu tentava, quando fui no cartório tava quase 200 reais tirar a segunda via e eu não tenho como dar esse dinheiro assim. O atendimento foi ótimo, se dependesse somente de mim eu não ia tirar tão cedo, mas agora está tudo certo!”, afirmou a assistida. 

Nicole Vasconcelos, defensora pública, explicou que ações como essa fazem parte da estratégia da Defensoria Pública de descentralizar o atendimento jurídico e levá-lo diretamente às comunidades, especialmente para moradores com dificuldade de deslocamento até a sede da instituição.

“Vir até as comunidades mais distantes é uma forma de estar mais perto e mais presente para o nosso assistido que muitas vezes enfrenta dificuldades para ir atrás dos nossos serviços”, explicou a defensora.

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